Em seu primeiro discurso televisionado desde o massacre de 108 sírios na cidade de Houla, no final de semana passado, o presidente da Síria, Bashar al-Assad, negou neste domingo que as forças de seu governo tenham tido participação na matança.
Em pronunciamento ao recém-eleito Parlamento do país, Assad disse que seu país está enfrentando um violento ataque regional e internacional, mas agregou que a população rejeita a interferência externa em seu território.
"O que aconteceu em Houla e em outros lugares (da Síria) foram massacres brutais que nem monstros seriam capazes de perpetrar", afirmou o presidente.
As 108 pessoas mortas em Houla - em sua maioria mulheres e crianças - foram atacadas principalmente a facadas ou a tiros à queima-roupa, entre 25 e 26 de maio.
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