Ban Ki-Moon afirma que esperava documento mais ambicioso, mas ressalta que a Rio+20 não é o fim, mas início de muitas ações em conjunto para conduzir a mudança em direção ao desenvolvimento sustentável
Presidente Dilma Roussef cumprimenta Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon durante a cerimônia de abertura da Rio+20 para os chefes de estado (ABr)
O secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-Moon, disse nesta quarta-feira durante aRio+20 que os chefes de estado precisam agir como cidadãos globais para enfrentar os desafios do desenvolvimento sustentável. Ki-Moon falou às centenas de jornalistas que cobrem a conferência logo após ter dado início à reunião de cúpula de chefes de estado da Conferência da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20. Mais de 130 delegações estão reunidas no Rio de Janeiro até o dia 22 de junho para discutir e aprovar as medidas acordadas no documento redigido por diplomatas e finalizado nesta terça-feira após longa negociação.
Ki-Moon disse que apesar de os chefes de estado representarem seus países, a noção de fronteira é coisa do passado. "Todos estão interconectados", disse. "Se resolvermos a questão das mudanças climáticas, por exemplo, isso afetará a vida de todos", argumentou. "O mesmo vale para a segurança alimentar, acesso a água, energia e erradicação da pobreza."
Ki-Moon disse que apesar de os chefes de estado representarem seus países, a noção de fronteira é coisa do passado. "Todos estão interconectados", disse. "Se resolvermos a questão das mudanças climáticas, por exemplo, isso afetará a vida de todos", argumentou. "O mesmo vale para a segurança alimentar, acesso a água, energia e erradicação da pobreza."

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