Fundador do WikiLeaks se refugiou na Embaixada do Equador para evitar sua extradição à Suécia, onde é acusado por supostos delitos sexuais.

EFE
Na Austrália, onde nasceu o criador do WikiLeaks, manifestantes pedem a libertação de Julian Assange
O Governo da Austrália garantiu neste sábado que manteve contato com Julian Assange em oito ocasiões desde que o ativista australiano passou a refugiar-se na Embaixada do Equador em Londres.
As autoridades de Canberra também confirmaram ter feito preparativos para o caso de o fundador do site WikiLeaks ser extraditado para os Estados Unidos.
O último destes contatos ocorreu na terça-feira, 14, dois dias antes de o Equador lhe conceder asilo diplomático, assinalou em uma nota à imprensa o ministro das Relações Exteriores australiano, Bob Carr.
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